A parte colorida dos nossos olhos, a íris,
reflecte o nosso corpo físico, psíquico e
emocional e através das alterações estruturais
que nela se apresentam podemos verificar
como estão esses corpos. Para tanto é necessário
saber interpretar esses sinais. Temos técnica
para ajudar essa interpretação, como temos
técnica para interpretar um exame de ultra-sonografia.
Deste ponto de vista, podemos considerar
a iridologia como sendo uma ciência.
Sim, desde que tenha a córnea (membrana que
fica na frente da íris) transparente.
A iridologia não analisa doenças mas tem
a capacidade de revelar o estado de intoxicação
de uma pessoa sugerindo órgãos mais afectados
ou os órgãos onde mais provavelmente se manifestará
uma enfermidade. Também nos informa das melhorias
e das complicações, além de nos alertar das
condições constitucionais daquele organismo.
Quanto mais marcada for a íris de uma pessoa
tanto menos será sua resistência às enfermidades.
O estudo da íris revela-nos também importantes
dados sobre os corpos psíquico e emocional
de uma pessoa. Hoje, quanto mais se compreende
o papel dos estados psíquico/emocional nos
processos de saúde e doença, mais prezadas
devem ser estas informações.
4- Como se explica que a Iridologia pode
detectar os “males” da alma?
Leonardo da Vinci com muita propriedade afirmou
que "Os olhos são o reflexo da alma".
Através da íris podemos verificar como está
a Energia Vital de uma pessoa e como esta
está manifestando esta energia nos corpos
físico, psíquico e emocional. Portanto podemos
verificar os potenciais e os bloqueios que
esta pessoa apresenta, bem como traços de
sua personalidade. Podemos ainda ir mais
longe, pois através dos olhos podemos demonstrar
que tudo no Universo está interligado: as
energias criadoras, o sistema solar, os planetas,
os seres humanos, os nossos corpos físico,
mental e emocional. Nossos olhos revelam
a unidade existente entre o consciente com
o inconsciente, do homem com a natureza,
da criatura com o Criador.
5- Como se sabe, através da íris qual órgão
do corpo está doente?
Podemos verificar qual ou quais órgãos estão
intoxicados entretanto essa informação não
atesta se neste momento este órgão está ou
não manifestando alguma sintomatologia. Ele
pode estar doente ou vir a ficar doente,
isso não podemos saber, nestes casos, pedimos
exames complementares como ultra-sonografia,
radiografia, exames de sangue e outros.
6- Os sinais que aparecem na membrana são
diferentes uns dos outros?
Encontramos dois tipos de alterações na íris:
a)
Alterações topográficas
b)
Alterações de coloração
Nas alterações de coloração, encontramos
lesões que mancham ou desbotam a íris. São
gotas de tintas, pinceladas. Bidimensionais,
não têm profundidade. Já aquelas alterações
em relevo apresentam três dimensões. São
profundas, escavam a superfície da íris.
7- Como são esses sinais? Cor, tamanho e
formato.
Dentre as alterações topográficas podemos
encontrar:
Anéis nervosos: são círculos concêntricos frequentemente
incompletos que aparecem mais na periferia
da íris.
Criptas: são alterações da membrana iridiana onde
esta se abre, separando as fibras expondo
o tecido subjacente. Estas criptas podem
ser de 3 tipos: lagunas, divulsões abertas
e divulsões fechadas.
Pulverulência: minúsculos buracos arredondados que se podem
localizar por todo o parênquima iridiano.
Buracos irregulares: quando aparecem são em pouca quantidade.
Raios solares: são riscos ou sulcos que se dispõem radialmente
na íris.
Dentre as alterações de cor podemos encontrar:
Depósitos tóxicos: podem ser esbranquiçados, avermelhados,
acastanhados, castanhos, negros, e podem
se encontrar em qualquer área da íris.
Manchas psóricas: são manchas delimitadas com coloração que
pode variar do amarelo até o negro.
Rosário Linfático: pequenas manchas esbranquiçadas, que aparecem
na periferia da íris, lembrando um rosário.